terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Capítulo 6 - Lying to discover the truth


Katy

Acabei de sair de mais um orfanato e não achei nada agora eu era Lexis uma jornalista querendo fazer uma pesquisa cheguei em mais um entrei e peguei um bloco de papel e fingi estar trabalhando quando eu vi uns caras que passavam capangas e alguns homens no centro do circulo falando com a diretora do orfanato só podem ser eles.

Fingir esta entrevistando uma das empregadas de lá depois uma menina depois eles saíram e um cara olhou rápido para mim desfradei e continue. Entrei na sala da diretora e esperei ela entra estava com um monte de dinheiro má mão quando me viu guardou no bolso.

- olá posso ajuda-lá

- claro sou Lexis

- estava ocupada quando cheguei - era Hora de testar o que Ryan tinha me ensinado jogue verde e tente ser confiante vai ser fácil conseguir a verdade do outros

- é resolvendo algumas coisas

- hum...quanto dinheiro recebeu para passar a informação aposto que foi 20 mil dólares

- do que esta falando

- por favor me poupe das suas explicações e fale logo aí poupamos tempo - ela continuou em silencio, tirei a arma que estava pressa na minha perna e comecei a mexer com ela - estou começando a ficar intendiada e adoro testar minha mira

- tudo bem eu falo....

- ótima escolha

- ele esta procurando uma menina com 17 anos que foi deixada em um orfanato ele não tinha certeza se era aqui que ela estava eu falei para ele procurar no orfanato Walker - quando ela falou esse nome eu estremeci era o orfanato onde eu tinha cito deixada - é só isso - ela interrompeu meus pensamentos

- obrigada...á e esqueça que eu vim aqui se não eu terei que voltar e você na vai querer isso - aprendo essas frases com a Mary tive que segurar para não rir de mim mesma e da cara da diretora, peguei a chave do meu carro e liguei na hora.

Tinha uma rodovia onde levava ao orfanato ele ficava longe da cidade estava um transito enorme aposto que eles devem estar parados. Eu tenho uma chance de descobrir se eu chegar primeiro,conheçia um modo de chegar lá pela floresta. Quando eu era criança vivia passeando e dava para passar de carro por ali.

Quando cheguei eles ainda não tinham chegado estacionei meu carro em um lugar afastado e arrumei a peruca coloquei um óculos de grau e sai fingindo ser uma estudante de jornalismo.

Quando entrei uma mulher logo veio me receber

- olá posso ajuda-lá

- sim...sou Lexis e sou estudante de jornalismo preciso fazer um trabalho e o tema do meu é sobre um orfanato e falaram que o seu era o melhor

- claro Lexis sou a vici diretora Maria - fingi estar anotando tudo ela me levou ate a sala da diretora eu conhecia aqueles corredores e me fazia querer chorar mas segurei as lagrimas só queria o Ryan do meu lado agora. Entramos na sala da diretora e ela estava assinando algumas papeis e a Maria contou quem eu era e o que eu queria a diretora Cecília ficou empolgada. Comecei a fazer perguntas ridículas e anotar as respostas, quando Maria chamou a Cecília dizendo que era importante eu sabia que só podia ser o Charle Johnson

- Maria continue respondendo as respostas da Lexis

- Claro Cecília pode ir - e ela sai fiz mas algumas perguntas quando fomos interrompidas por algumas batidas na porta um menino abrir ele era moreno e tinha os olhos meio verdes era alto e tinha uns 20 anos eu acho.

- com licença

- hãm tudo bem...- respondeu Maria

- muito prazer sou Ryan - ele esticou a mão para mim

- Lexis...muito prazer

- o que a traz aqui Lexis ?

- estudo jornalismo e estou fazendo um trabalho meu tema era orfanato eu eu vim aqui

- esta aqui a muito tempo?

- ela chegou uma hora mais ou menos antes que vocês - dessa vez quem respondeu foi Maria

- e você veio adotar alguém seria ótimo para mim uma entrevista - ele riu

- não...

- então o que faz aqui?

- trabalhando - ele respondeu frio como se não quisesse falar mais nada

- Maria estão te chamando - os dois saíram e eu fiquei sozinha ali precisava pegar as fichas abrir o armário e ali estava resolvi esperar eles irem embora para pegar.

Charle

Estava falando com a Cecília quando Ryan chega com a Maria elas saíram eu fui falar com ele

- algum sinal da garota ?

- não só tem uma chamada Lexis que é loira e esta fazendo uma reportagem

- tem certeza que não é a tal Madeline

- sim porque ela chegava nos orfanatos depois que a gente saia e a Lexis esta aqui uma hora antes da gente chegar fazendo um entrevistas

- tudo bem mas fiquem de olho todo cuidado é pouco - eu estava de olhando quando aparece Lexis agora que ela não estava mais sentada eu vi suas pernas ela era gostosa eu tinha que chama-lá para sair, ela se aproximou de uma menina e começou a falar com ela depois um casal entrou e ela foi com seu bloco de papel falar com eles. Depois de alguns minutos eles terminaram e a deixaram ali ela estava guardando as coisas na bolsa ela ia embora

- já tem tudo que precisa - eu disse a ela

- já logo vou conseguir montar meu trabalho

- que tal se saímos um dia e você me contar mais da sua faculdade

- eu adoraria me passa seu número - ela pediu anotei em um papel e ela fez o mesmo com o dela

- nos vemos em breve Lexis

- tchau Ryan...

Katy

Eu sai e e entrei no meu carro peguei meus binóculos e fiquei esperando eles saírem depois entrei dessa vez com outra peruca ruiva fiz uma maquiagem que me deixou mais velha e troquei de roupa

- posso ajuda-lá - perguntou Maria

- sou Allison e tenho 25 anos queria adotar uma filha

- é solteira dona Allison

- não meu noivo dono de uma grande empresa esta chegando logo

- á sim - é só falar dinheiro e todos caem - menina ou menino e tem um preferida de idade ?

- menina 16 ou 17

-me acompanhe - ela me levou até os quartos das meninas - fique a vontade

Comecei a procurar a Sam era uma antiga amiga minha e ela não tinha sido adotada ainda cheguei perto dela e me sentei

- Samanta...

- sim, melhor Sam

- eu sei sou eu a Katy preciso da sua ajuda e disfarça - ela assentiu - preciso que pegue as fichas na sala da diretora para mim eu te levo lá

- para que precisa disso - eu não podia contar o verdadeiro motivo

- saber que são meus verdadeiro pais e meu nome é Allison, vem vamos - eu a puxei pela mão levando a Maria

- Maria eu adorei a Sam queria falar com vocês na sala da direção pode ser

-claro dona Allison

Entramos lá e eu chamei a diretora para falar lá fora inventei um monte debotáveis e desforcei a voz deixei minha bolsa na sala para Sam colocar tudo depois na hora de entrar bati algumas vezes disfarçando e entramos.

- então senhorita Cecília amanha eu volto com o meu marido e resolvemos tudo - eu sai e fiz um sinal para Sam me seguir ela me entregou a bolsa - Sam amanha eu mando alguém te procurar e entregar os papeis e te ajudar a devolver - dei um abraço nela - você esta me ajudando demais muito obrigada

- não tem problema Katy - sai e entrei no carro voltei para casa tirei copia de todos os documentos eu não ia entregar ao FBI agora porque eu comecei a pensar uma coisa no carro se eu tinha certeza que era aquele orfanato qual são as chance de não ser eu a filha dele me estremeci não de jeito nenhum e pensei quando acabar e se caso vou procurar meus verdadeiros pais e saber como eles estão.

Tirei a peruca ruiva tomei um banho e me vesti mandei minha empregada levar tudo de volta a Sam amanhã e mandei comprar um colar de ouro para ela como agradecimento.

Arrumei minha mala e peguei as passagens para Ohio guardei os documentos em um lugar muito bem escondido, eu iria para Ohio para uma escola um coral eles não ganharam as nacionais mas se desacataram eu tinha uma visita marcada ia ser ótimo começar a trabalhar com alguma coisa normal como musica.

Estava descendo as escadas e ti Sophia, Joe e Ally estavam chegando.

- Katy vai mesmo para Ohio?

- vou tia alguém tem que trabalhar naquela gravadora

- e de quem é aquele carro coberto?- perguntou Joe

- hum... É do Jason ele pediu para deixar aqui eu autorizei e ele falou que esta quebrado e não era para usar

- tudo bem boa viagem... - Ally veio correndo no meus braços

- traz um presente para mim - eu ri

- claro Ally...- e sai o taxi tinha chegado me levou ate o aeroporto onde eu embarquei e não via a hora de cantar novamente





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